segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Não sou saudosista

Boa tarde Leitor,

Há uma lista infinita de atores de filmes de ação conhecidos ou não. Em algum momento, já ouvimos falar de Jean-Claude van Damme, Stallone, Bruce Willis, Vin Diesel, Steven Seagal, Chuck Norris, Jason Statham, Bruce Lee, Dolph Lundgren e Schwarzenegger.
É óbvio que, no mundo morderno, não podemos deixar de considerar as “mocinhas”, como Sigourney Weaver, que executou sem pena os mais brutais parasitas do espaço ou a mais “pernuda” de todas, Xena, a princesa guerreira. E merece uma menção honrosa nossa querida musa ruiva dos anos 80, Kate Mahoney. Foi apenas um ano de temporada na TV e depois ela se aposentou. Entretanto, muito bandido gostava de apanhar da ruiva.
“Go ahead, make my day” tornou-se uma frase célebre proferida pelo não menos famoso Clint Eastwood ao incorporar o impiedoso inspetor Harry Callahan, que fazia justiça em San Francisco com seu Magnum 44. Herói solitário; sobrepujava as forças do mal.
A frase seria usada posteriormente pelo falecido presidente Ronald Reagan em um discurso em 1985.
Não sou do tipo saudosista, que imagina um mundo melhor no passado ou sonha em brincar de bola de gude e acredita que a internet e os consolse de games são monstros contrários a imaginação. O passado me interessa quando se torna História ou como ferramenta para entender presente e futuro. Se fosse um saudosista, escreveria sobre Fantomas ou Thibaud et les Croisades!



Aqui foi dureza, quem ainda se lembra desta série francesa? rs...
Como um indivíduo em extinção, não porque a morte virá, mas quando ela chegar mais um Guanabarino terá partido deste mundo, preciso deixar este registro.
Minha mente tem sido mais linear, mas vou fazer um corte aqui e depois volto ao final da postagem...
Há coisas que me preocupam... imaginem se o mundo acaba em uma guerra violenta. Não sobra absolutamente nada, exceto pequenos fragmentos de nossa história.
Os ETs, sempre bisbilhoteiros, precisam ficar passeando por outras galáxias (eu suponho que não há futebol, games, livros ou boa música, sorvete da Sergel, torta de morango da Casa da Sobremesa ou a Mônica “Gostosa” Bellucci na Etelândia). Em resumo, ficar em casa é chato, o que justifica essa ânsia de viajar pelo espaço.
Em um passeio "rumo ao desconhecido", eles desembarcam por aqui e a única coisa que encontram é ...um vídeo do BBB. Qual seria a reconstrução histórica da nossa civilização? rs...Como se dizia muito em Brasília ... "caralhu veiu".
Aliás, quando morei no DF, havia pessoas que falavam três "carralhu veiu" para cada palavra. Impressionante!
Para finalizar...
Dois outros personagens do cinema merecem distinção: Shanne (no Brasil, só Deus sabe o porquê, o filme foi chamado de Os brutos também amam) com Alan Ladd e dirigido por George Stevens e The Big Heat (Os corruptos) com Glenn Ford dirigido por Fritz Lang. É possível que Gleen Ford tenha sido o primeiro policial-justiceiro em busca de vingança no cinema. Se não foi, merece o título de o melhor. No mercy!

Bom dia Leitor,

Uma amiga me disse semana passada que não gosta de blogs. O motivo é simples, cada um fala o que quer e ponto. Ela está certa e me relatou que só conseguiria escrever sobre coisas pessoais e entendo isso.
Os blogs, por sua característica intrínseca, não passam pela análise crítica de pareceristas autônomos e idôneos. No passado, escrevíamos cartas, aquelas “coisinhas” que eram depositadas no interior de envelopes e precisavam de selos. Tudo isso tinha um custo financeiro e era bem mais trabalhoso de fazer. Além disso, cada carta, em geral, possuía apenas um destinatário conhecido.
De certa forma, é mais simples escrever um blog que cartas. Evidentemente, isso não é a completa verdade, pois a construção de um blog envolve a adoção de alguns hardwares, softwares e energia elétrica e pessoal (tempo, conhecimento etc).
Escrever não é para mim um campo idílico de girassóis floridos. No meu íntimo, essa tarefa mais me lembra o mar revolto do documentário francês “Oceanos”.

 

Assim, se considerarmos o blog como plano pessoal grandioso, ele, ao mesmo tempo, está fadado ao fracasso. Eu vivi o sonho da extinta Olivetti portátil elétrica; mesmo com ela, era difícil consertar um erro. Atualmente, o Word faz isso quase que por conta própria. Independentemente do número de leitores, eu gostaria que o blog tivesse objetividade e imparcialidade. Gostaria que os leitores acreditassem que me esforço para que isso aconteça e tento embasar minha opinião em fatos não risíveis. É uma sincera tentativa. Provavelmente, para a maior parte das pessoas isso é irrelevante e entendo, faz parte do processo.
A mentira está inserida na raiz humana. Somos educados para sermos mentirosos. Nascemos brutos e somos lapidados. Os adultos dizem que isso é educação. Talvez realmente seja. Ao contrário das demais espécies do planeta, nosso processo de evolução foi influenciado fortemente pela dimensão cultural. Até onde sei, nenhuma outra espécie aprecia e cultiva mentiras. Suponho que as propagandas da televisão são um exemplo disto.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Bom noite Leitor,
Há horas em que estou transbordando de vontade de escrever; basta eu pegar no aspirador de pó. Será isso trauma de infância? Alguma doença séria? Mas, quando eu sento em frente da tela do micro, a vontade e as idéias  voam para longe. Me sinto um incapaz.
Eu ando no fio da navalha nesse blog. Passo um bom tempo tentando ser impessoal, mas minha mente me remete a minha existência. Aí temos um conflito. Não sou jornalista, muito menos escritor. E ainda não sei como o blog irá se desenvolver. Minha mente me diz que tudo deve se desenvolver, o que não quer dizer necessariamente melhorar, muito menos ainda evoluir,  pois isso tem um significado biológico marcante.
Mas a vida, além de uma caixinha se surpresas, é uma coleção de fábulas. No início da década de 90, um amigo, hoje professor de uma universidade na Inglaterra, ficou em segundo lugar no concurso de pé mais feio do Instituto de Biologia. O concurso foi promovido pelos graduandos. Ele perdeu para um concorrente que possuía seis dedos. Minha opinião é que os jurados não foram corretos.Provavelmente, os jurados foram corrompidos. Meu amigo merecia vencer . Ele não tinha seis dedos, mas as falanges tortas e peludas, somado aos metacarpos cabeludos certamente lembravam a aranha mais feia que já vi na vida. E o que são seis dedos comparados a visão dantesca deste pé? Não há foto que prove esta fábula do pé. Neste caso, vocês terão que aceitar minha palavra. Contudo, poderiam ter uma opinião diferente caso estivessem presentes no dia do concurso.
No século passado não muito distante, outra fábula era quase uma unanimidade no Brasil, quiça na América do Sul. O discurso uníssono dizia: "futebol não se aprende". É um dom divino e genético, portanto, passa do genitor para a prole, resultado da transmissão de caracteres hereditários.
Segundo os sábios do futebol do século XX, o futebol europeu era truculento. Força física e bola lançada na área.
Hoje, após ter visto a Espanha campeã da última Copa do Mundo e Barcelona vencer facilmente o Santos, me pergunto: quando iremos aprender nossa lição, que vai além do futebol? Será que somente os latinos do continente americano não aprendem? No momento, sou da opinião de que há fortes indícios de que futebol se aprende ou os europeus criaram um programa de melhoramento genético e fomos usados como genitores sem sabermos..rs

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Boa tarde Leitor na folia,
Hoje, como estou com meus dois ovos virados; pensei em não escrever nada. Aliás, minha vontade é decretar a falência do blog, uma vez que não posso quebrar nada em casa ou na rua. Se as grandes empresas podem decretar falência porque esse pequeno blog não? Além disso, estou naquela idade em que brigar na rua dá morte ou cadeia. Saudade da infância suburbana! Há coisas na vida que não se deve começar, nascem mortas. Não menti, sou rabugento até o final de minha coluna vertebral.
Mas vamos ao que interessa... estamos no carnaval, portanto vamos falar de samba. E adianto, não sei sambar, não sei dançar e não sei milhares de coisas (quando estou de ovo virado sou pior que o capeta chupando manga!).
Retomando... foco, onde está o foco! rs...
Antes de voltar ao tema da postagem, deixarei uma sugestão a você meu amigo que é rabugento como eu. Nos momentos de angustia, lembre-se de Joseph Climber, pois a vida é uma caixinha de surpresas. Vendo a vida do JC, eu me sinto mais tranquilo...rs

 

Em 1976, o enredo da Escola de Samba Em Cima da Hora foi baseado no livro Os sertões de Euclides da Cunha. Um lindo samba, que tornou-se popular no Rio de Janeiro após o desfile da escola. Não se faz samba hoje em dia como antigamente...rs. Apesar disso, a Escola foi rebaixada. Dureza e, nesse caso, crueldade divina.
Eu encontrei vários videos no Santo Youtube com o samba e alguns sites com a letra. Vou divulgar o vídeo feito em um CIEP do Rio de Janeiro em homanagem aos cem anos da morte do escritor.
Após um minuto e meio, a bateria começa com força e mostra a elegância do samba.
Eu não vi o desfile de domingo e segunda, mas só por ter a Viviane Araújo, o Salgueiro merecia vencer! Pois, como disse um amigo botafoguense, atualmente professor da UnB... "a nível de cavalo, as pernas dela são maravilhosas".

domingo, 19 de fevereiro de 2012


Boa noite Leitor,

A folia do carnaval começou ontem. Infelizmente, semana passada estive ausente de Campinas e pouco pude trabalhar nos assuntos que reservei para o blog. Dureza! E hoje pouco poderei acrescentar! Minha vida ainda está uma zona. O sábado e o domingo não foram suficientes para eu por a casa em ordem. Se duvidam de mim, podem verificar pela foto o estado que está o meu office.


Eu tive uma boa idéia e iria trocá-la com vocês. Havia separado o material da foto (CDs, artigos de jornais, foto etc), mas não deu para montar um texto decente. Além disso, estou na busca de melhorar o visual do blog, coisa que ainda não consegui. Ele sofreu algumas pequenas mudanças na semana passada. Hoje, uma um pouco mais radical e ainda não estou satisfeito.
Eu tentei arrumar um quarto aqui em casa e quando terminei (ele continua zoneado, apenas está um pouco mais organizado), vim ver o que saiu de novo na jogatina (PS3 ou XBOX) e pronto, são quase 23 hs! Droga!
Contudo deixo aqui uma dica. Se você bebeu demais na folia... procure esse hospital. O tratamento deles é VIP!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Boa noite Leitor,

Há momentos na vida em que o dinheiro não conta mesmo. E antes que você pense que me refiro à felicidade ou qualquer outra coisa similar; esqueça! Pensei em móveis planejados. Você pode pagar 1 milhão ou 100 reais, não importa. O Promob vai te perseguir com informações nem sempre úteis e dificultar a tua compreensão do projeto.
Como meus cinco leitores sabem, sou formado em biologia. No decorrer da minha vida profissional, constantemente fez-se necessário o uso de softwares. Não me refiro ao Word, Excel etc. Nos últimos sete nos, não fiz outra coisa que não fosse usar softwares de processamento digital de imagens, estatística ou similares.
Cômico é que eu tinha pensando em apagar esta postagem. Porém, fui chamado e tive que sair de minha mesa. Quando retornei ao computador, quem entrou em minha caixa postal? Um e-mail de uma das empresas que consultei para fazer os armários do apartamento em que moro. A partir desse momento, entendi que eu havia recebido como desígnio divino ir até o final e falar sobre os móveis planejados.
Não vou fazer nenhum tipo de reclamação aqui. Apenas entendi que sou despachável.
O atendimento inicial é diligente, mas aí tudo começa e termina. Experimente mobiliar uma casa inteira, nada gigante, que sejam oitenta metros quadrados. Quem passou por esta experiência sabe ao que me refiro. Imagine os detalhes necessários para que tudo se encaixe perfeitamente. Para a empresa, é mais um projeto, para você, é a tua casa e, portanto, tua angústia.
É evidente que podem haver pequenos imprevistos. Isso é normal, mas há situações que você percebe que o responsável pela venda não está preparado para elaborar o projeto correto. Percebi que pouca ou nenhuma diferença faz se o vendedor é arquiteto ou designer etc ou se a empresa é “reconhecida” pelo mercado ou não.
Durante todo o projeto, você será refém do Promob. Experimente obter rapidamente medidas exatas de um projeto no Promob ou questione sobre a posição exata de um puxador? Só Deus consegue! Para mim o Promob tem um pacto secreto com o cramulha!
A labuta dos móveis começou nos dois últimos meses de 2011. Até o momento que escrevo falta uma porta do armário da cozinha e há outros problemas. Depois de instalado, o puxador afrouxou e ao contrário do que eu normalmente faria, resolvi chamar a assistência, para minha sorte! O montador veio com sua eficiente parafusadeira elétrica e ...quebrou o vidro. Era uma vez uma porta de 2 m x 1 m de vidro. Foram entregar outra ontem... e levaram a porta errada...rsss. A porta que permaneceu na minha cozinha é de vidro escuro espelhado e retornaram com uma de vidro transparente.
Não vou discutir as qualidades profissionais das pessoas que vendem os móveis. Contudo, encontrei alguns vendedores que não sabiam ler uma planta baixa. Neste caso específico, o vendedor insistia em me perguntar qual era a altura do pé direito ou qual a altura da janela? Isso faria sentido se eu não houvesse entregue a ele a planta baixa do espaço que seria mobiliado, assim como, as vistas frontais da cada uma das paredes em pdf. Os projetos foram desenhados no AutoCAD.
Os meus cinco leitores devem estar se perguntando: o que o André deseja com isso? Estaria ele sem assunto? Teria ele perdido novamente a vontade de escrever e “sacou” um tema qualquer? Não, eu respondo. Essa é uma introdução ao tema "empresas, trabalho e suas relações. E esse assunto perpassa a qualificação dos profissionais formados pelas escolas, cursos técnicos, universidades etc.
Não domino completamente o assunto, mas há alguns documentos que gostaria de disponibilizar ou apresentar aos leitores. E adianto, sou da opinião de que o computador é burro. A pessoa que o manipula deve ser devotada à inteligência e ao conhecimento.
Hoje, de Guararapes (SP) para o mundo.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Bom dia Leitor,
Gosto muito de música. Acredito que todos gostem de pelo menos algum gênero. Não fui criado em um ambiente musical. Não me lembro de meus pais ouvirem música com afinco. Nossa família não tinha como "Motto" ouvir música. A música em minha vida começou muito tarde, após os 18 anos (eu considero isso tarde).  Em geral, meus pais compravam LPs de trilhas sonoras de algumas novelas. Lembro apenas de dois ou três discos diferentes, que considero melhor não citar...rss. Tenho que zelar pela minha imagem! rs
Ok, serei honesto e ser honesto é se expor. Um disco continua um dos sucessos da época... Disco Inferno do The Trammps. Não sei dançar e admiro quem sabe. Então, aproveite para balançar suas carnes.
Após meus quinze anos, achei que me tornaria um escritor de sucesso, especialmente, no que se refere a poesia. Relatei recentemente a alguns amigos que havia um processo criativo especial na época. Havia a necessidade de ser dramático, não apenas nas palavras, mas também no ato de escrever e no tema. Nessa idade, eu pensava em ser muitas coisas: cientista, escritor ou arquiteto. Suponho que todo passaram por isso.
Cheguei em Campinas em 2005 e até o final do ano passado morei em um flat no centro da cidade. Meu passado analógico ou digital estava espalhado por três diferentes casas no Rio de Janeiro. Apenas uma pequena parte encontrava-se comigo.
Após reunir tudo no atual local que moro, não consegui achar os poemas. Pretendia publicar no blog. Os originais seriam digitalizados. Eu gostaria de apresentar o material exatamente como foi feito. Seria uma grande catarse. Infelizmente, acho que os perdi.
Me lembro muito pouco do conteúdo de meus "incunábulos". Chamá-los de literatura seria um pecado. Eu me preocupava com a defesa da minha fé e isso deveria ser expresso vigorosamente, tanto no conteúdo quanto na forma em que o texto era escrito. Portanto, parte dos textos eram feitos com um lápis vermelho, de ponta grossa, em letra de forma. Nada era coibido. Naqueles anos, as mulheres me assustavam e para me expressar foi escrito o poema "A carnificina: A invasão do planeta dos Peniscóides pelas Bucetossauras". E não me considero misógino, apenas havia um contexto na época.
Não me tornei um escrito de sucesso e nem pretendo ser. Por sua vez, há duas questões que desde meus quinze anos me atormentam. No meu íntimo, elas precisam ser bem definidas. O que é inteligência e o que é sucesso. A primeira está mais próxima da solução, quase clarificada e vou apresentar meu ponto de vista em outra postagem. 
O sucesso ainda está obscuro.