Boa tarde Leitor,
De alguma forma, como um mistério divino, após ter acabado de colocar minha última "postagem" (detesto este nome, mas não sei um mais adequado) reclamando do sol e a possibilidade do calor retornar, Deus, em sua infinita onisciência, decidiu me abençoar com mais chuva e com a possibilidade da temperatura baixar mais um pouco.
Corri para terminar o texto antes de sair para almoçar. Obviamente, quase não consegui, pois uma montanha de coisas despencaram sobre minha mesa. Para completar, a internet saiu do ar e parecia perdida para sempre.
Nos primeiros minutos após as 12 badalas (fictícias, no estilo de E. A. Poe), terminei o texto, enviei para o blog e sai para o almoço.
Ao chegar a rua, inicialmente, acreditei que um urubu sortudo havia resolvido me batizar (há vários urubus onde estava), pois algo molhado caiu em meu braço. Contudo, eu estava enganado. Era a abençoada chuva. O sol da manhã sumiu e, neste momento, ainda chove lá fora e melhor de tudo, há relâmpagos e trovões.
Assim, posso apenas acreditar que existe uma considerável probabilidade de que o mundo não acabe em 2012, que a Xena me ame, que a Dita von Tesse sonhe comigo e que Deus olha por mim.
terça-feira, 17 de julho de 2012
De volta ao mundo dos vivos
Bom dia Leitor,
Infelizmente, não tenho tido tempo para renovar o blog. Era algo que eu sabia que iria acontecer. Mesmo a minha metodologia de gravar minhas idéias no celular não resultou em grande avanço. Mantenho o acento de idéia, pois acho que idéia sem acento é idéia de girico! Afinal, é preciso desenvolvê-las e isso custa tempo e ATP (trifosfato de adenosina = energia). Paralelamente, há meu conflito interior relacionado ao caminho que o blog deveria tomar. Totalmente técnico? Parte pessoal, parte técnico? 100% pessoal nunca foi uma opção. Afinal, para isso há o facebook.
De fato, escrever em blogs, no facebook ou em qualquer local da internet é um problema. Pelo menos para mim é. Boas pessoas desistem, não porque não escrevam bem, mas devido aos problemas que seus textos trazem para seu cotidiano. Há certa responsabilidade, se você quer ter um mínimo de seriedade e há os problemas jurídicos. Suponho, ou melhor, acredito que não desejamos ser levianos. Há conflitos com amigos, com familiares.
Por ter apenas 5 leitores, decepciono poucas pessoas; isto traz um grande conforto. Não imagino que alguém vá pular de um prédio de 20 andares por minha causa. Contudo, o George Clooney possui outro impacto na sociedade, principalmente, no grupo formado por donzelas histéricas…rs.
Final de semana passado, eu imaginei que, mesmo não sendo 100% pessoal, ele, o blog, poderia ser uma diversão. Ainda não sei bem como concretizar isso. A ficha demorou para cair e não me considero lerdo. Sou apenas preguiçoso. Escrever, por exemplo, apenas relatos do meu dia a dia, sobre vídeos, notícias, situações etc, destaques da internet ou jornais, também não é meu caminho. Há milhões de pessoas escrevendo todos os dias sobre seu cotidiano e não tenho a intenção de ir por esse caminho. Vi alguns “trabalhos” interessantes, apropriados, acima das expectativas, cuidadosos, confiáveis e outros valentes. Pessoas novas, disponibilizando assuntos pessoais com postagens viscerais. Há os que querem ser jornalistas, escritores ou famosos. Não é esta minha intenção. Estou satisfeito com 5 leitores. Contudo, reforço que não estou com desejo de relatar apenas sobre seu dia a dia e minhas opiniões, muitas vezes, baseadas em poucas informações - o célebre “eu acho”. Todos acham alguma coisa sobre algo.
Como escrevi acima, por vezes, escrever um blog, periodicamente, traz como consequência o fato de termos de dar explicações sobre o conteúdo. Parece que, quanto mais íntimos somos de alguém mais precisamos explicar. Não deveria ser o contrário? rsss. Ainda mais que não faça aqui nenhuma catarse; só quero me divertir. Uma simples palavra ou frase pode ser tornar um polvo de tentáculos infinitos. Vou tomar a liberdade e repassar aqui parte de uma mensagem que escrevi para uma amiga hoje de manhã, com algumas pequenas alterações. De certa forma, a mensagem me animou para voltar ao blog.
Não estranhem, não vejo nada de contraditório aqui, pois sou geminiano. “Não estranhe minha mensagem, pois hoje estou bem desanimado. Após o lindo dia chuvoso e frio de ontem; hoje o sol apareceu, o que não me anima em nada, mesmo com o vento frio da manhã. Além disso, esqueci de trazer algo para comer e ainda são 10 hs e para completar, não me conformei ainda com minha vida sem glúten ou com pouco glúten. Me sinto um inválido. Só falta agora ficar diabético. Já sou hipertenso e ainda preciso de remédio para dormir. De fato, sou um vovôzito e nem cumpri minha missão social, se é que temos que cumprir alguma.
Para completar este cenário desolador, nunca mais houve capuccino na Miami Store (uma loja de Campinas, onde eu, periodicamente, gratuitamente, saboreava uma pequena xícara e que, por algum motivo incompreensível, resolveu parar de fornecer esta pequena iguaria). É ou não o fim do mundo?
Não seria melhor eu ter me tornado uma salsicha ou ração de cachorro ao completar 40 anos e ainda ter alguma ilusão sobre o futuro? Não é melhor terminar no ápice? Agora entendo James Jean e os gladiadores.
Provavelmente, a Dita von Tese vai assumir um caso com o Faustão ou o Pedro Bial e aí só me resta a morte lenta e dolorosa. É claro que a situação pode piorar, pois a Xena pode entrar nesta história e ficar com um dos dois.
É evidente que se a Xena e a Dita von Teese fossem minhas leitoras, eu ficaria muito feliz.
Enquanto isso não acontece, aqui rola… Massive Attack...balance suas carnes!
Por ter apenas 5 leitores, decepciono poucas pessoas; isto traz um grande conforto. Não imagino que alguém vá pular de um prédio de 20 andares por minha causa. Contudo, o George Clooney possui outro impacto na sociedade, principalmente, no grupo formado por donzelas histéricas…rs.
Final de semana passado, eu imaginei que, mesmo não sendo 100% pessoal, ele, o blog, poderia ser uma diversão. Ainda não sei bem como concretizar isso. A ficha demorou para cair e não me considero lerdo. Sou apenas preguiçoso. Escrever, por exemplo, apenas relatos do meu dia a dia, sobre vídeos, notícias, situações etc, destaques da internet ou jornais, também não é meu caminho. Há milhões de pessoas escrevendo todos os dias sobre seu cotidiano e não tenho a intenção de ir por esse caminho. Vi alguns “trabalhos” interessantes, apropriados, acima das expectativas, cuidadosos, confiáveis e outros valentes. Pessoas novas, disponibilizando assuntos pessoais com postagens viscerais. Há os que querem ser jornalistas, escritores ou famosos. Não é esta minha intenção. Estou satisfeito com 5 leitores. Contudo, reforço que não estou com desejo de relatar apenas sobre seu dia a dia e minhas opiniões, muitas vezes, baseadas em poucas informações - o célebre “eu acho”. Todos acham alguma coisa sobre algo.
Como escrevi acima, por vezes, escrever um blog, periodicamente, traz como consequência o fato de termos de dar explicações sobre o conteúdo. Parece que, quanto mais íntimos somos de alguém mais precisamos explicar. Não deveria ser o contrário? rsss. Ainda mais que não faça aqui nenhuma catarse; só quero me divertir. Uma simples palavra ou frase pode ser tornar um polvo de tentáculos infinitos. Vou tomar a liberdade e repassar aqui parte de uma mensagem que escrevi para uma amiga hoje de manhã, com algumas pequenas alterações. De certa forma, a mensagem me animou para voltar ao blog.
Não estranhem, não vejo nada de contraditório aqui, pois sou geminiano. “Não estranhe minha mensagem, pois hoje estou bem desanimado. Após o lindo dia chuvoso e frio de ontem; hoje o sol apareceu, o que não me anima em nada, mesmo com o vento frio da manhã. Além disso, esqueci de trazer algo para comer e ainda são 10 hs e para completar, não me conformei ainda com minha vida sem glúten ou com pouco glúten. Me sinto um inválido. Só falta agora ficar diabético. Já sou hipertenso e ainda preciso de remédio para dormir. De fato, sou um vovôzito e nem cumpri minha missão social, se é que temos que cumprir alguma.
Para completar este cenário desolador, nunca mais houve capuccino na Miami Store (uma loja de Campinas, onde eu, periodicamente, gratuitamente, saboreava uma pequena xícara e que, por algum motivo incompreensível, resolveu parar de fornecer esta pequena iguaria). É ou não o fim do mundo?
Não seria melhor eu ter me tornado uma salsicha ou ração de cachorro ao completar 40 anos e ainda ter alguma ilusão sobre o futuro? Não é melhor terminar no ápice? Agora entendo James Jean e os gladiadores.
Provavelmente, a Dita von Tese vai assumir um caso com o Faustão ou o Pedro Bial e aí só me resta a morte lenta e dolorosa. É claro que a situação pode piorar, pois a Xena pode entrar nesta história e ficar com um dos dois.
É evidente que se a Xena e a Dita von Teese fossem minhas leitoras, eu ficaria muito feliz.
Enquanto isso não acontece, aqui rola… Massive Attack...balance suas carnes!
domingo, 8 de abril de 2012
Minha belvedere
Boa páscoa caro Leitor,
Domingo de páscoa, sem ovo de chocolate. Dureza! Segundo Dra. Barbie,
devo evitar a lactose e o glúten. Pessoalmente, acho que estou velho demais
para evitar qualquer coisa que me possa fazer mal. Isso também significa nada
mais de cerveja.
No atual cenário, tenho tido pouco tempo para escrever aqui. O trabalho me suga! Não que
tenha havido reclamações. Meus cinco leitores não lamentaram minha ausência em
rede nacional...rs.
Ahhh ... se eu fosse rico e bonitão ou no mínimo, um bom escritor!
Haveria lamentações, enormes alaridos em frente as escolas, choradeira nas
igrejas e quem sabe algum sacrifício humano ou não! rs
Me lembro agora de um filme do R. W. Fassbinder (lá se vai mais uma das
minhas fábulas) que vi no início da década de 90, baseado na obra de Jean
Genet, Querelle. Fascinado pelos filmes com efeitos especiais do cinema
americano; ainda possuído pelo espírito de um jedi, me deparei com os cenários
de papel de Querelle. Contudo, havia a
presença da belíssima e perfeita Jeanne Moreau. Foi a era de ouros dos VHS e
das locadoras. Matava-se por um vídeo cassete com quatro cabeças e hi-fi.
sexta-feira, 30 de março de 2012
O que é inteligência?
Bom dia Leitor,
Há algum tempo tenho tentado encontrar respostas para algumas questões que me parecem relevantes. Vou citar três aqui:
(1) O que acontece após a morte caso não haja Deus? Isso pode parecer simples e uma pergunta recorrente, mas vocês já conseguiram imaginar o escuro total para sempre? Me refiro especificamente ao conhecimento do nada pela eternidade. Feche seus olhos e tente fazer isso. Quanto tempo você conseguiu manter o nada em sua mente? Você consegue visualizar o vazio e a escuridão infinita?
(2) O que é sucesso? Outra questão simples? Para mim não. E sucesso aqui não é sinônimo de felicidade, apesar de haver uma determinada ligação umbilical ou, no mínimo, uma interseção. A definição de felicidade ainda não me tentou o suficiente para que eu pensase sobre ela.
(3) O que é a inteligência humana? Provavelmente, desde que conseguiu formular a oralidade e a escrita o Homo sapiens promove debates sobre essa definição. Em 1094, Charles Spearman, pesquisador inglês, publicou um artigo sobre a determinação objetiva e mensurável da inteligência, portanto, essa discussão é travada há mais de cem anos. Para Hernández-Orallo & Dowe (2010), a definição de inteligência é relativamente simples: “inteligência é aquilo que é medido pelos testes de inteligência”.
A minha definição de inteligência é a capacidade de indivíduo alterar um cenário negativo a seu favor, não importa quando ou onde, em um ínfimo intervalo de tempo. Transformar uma situação adversa em vantagem. Escolher o mais vantajoso para si, muitas vezes, sem tempo para analisar em detalhes uma determinada situação apresentada. Portanto, a inteligência carrega um caráter temporal. Não há indivíduos inteligentes, mas existem indivíduos que estão inteligentes.
Hernandez-Orallo, J. and D. L. Dowe (2010). "Measuring universal intelligence: Towards an anytime intelligence test." Artificial Intelligence 174(18): 1508-1539.
Sperman, C. (1904) American Journal of Psychology, 15(2): 201-292
Há algum tempo tenho tentado encontrar respostas para algumas questões que me parecem relevantes. Vou citar três aqui:
(1) O que acontece após a morte caso não haja Deus? Isso pode parecer simples e uma pergunta recorrente, mas vocês já conseguiram imaginar o escuro total para sempre? Me refiro especificamente ao conhecimento do nada pela eternidade. Feche seus olhos e tente fazer isso. Quanto tempo você conseguiu manter o nada em sua mente? Você consegue visualizar o vazio e a escuridão infinita?
(2) O que é sucesso? Outra questão simples? Para mim não. E sucesso aqui não é sinônimo de felicidade, apesar de haver uma determinada ligação umbilical ou, no mínimo, uma interseção. A definição de felicidade ainda não me tentou o suficiente para que eu pensase sobre ela.
(3) O que é a inteligência humana? Provavelmente, desde que conseguiu formular a oralidade e a escrita o Homo sapiens promove debates sobre essa definição. Em 1094, Charles Spearman, pesquisador inglês, publicou um artigo sobre a determinação objetiva e mensurável da inteligência, portanto, essa discussão é travada há mais de cem anos. Para Hernández-Orallo & Dowe (2010), a definição de inteligência é relativamente simples: “inteligência é aquilo que é medido pelos testes de inteligência”.
A minha definição de inteligência é a capacidade de indivíduo alterar um cenário negativo a seu favor, não importa quando ou onde, em um ínfimo intervalo de tempo. Transformar uma situação adversa em vantagem. Escolher o mais vantajoso para si, muitas vezes, sem tempo para analisar em detalhes uma determinada situação apresentada. Portanto, a inteligência carrega um caráter temporal. Não há indivíduos inteligentes, mas existem indivíduos que estão inteligentes.
Hernandez-Orallo, J. and D. L. Dowe (2010). "Measuring universal intelligence: Towards an anytime intelligence test." Artificial Intelligence 174(18): 1508-1539.
Sperman, C. (1904) American Journal of Psychology, 15(2): 201-292
sábado, 17 de março de 2012
Ich bin ein Berliner
Boa noite Leitor,
Heute, keine Musik, kein Game...
Há algum tempo, eu penso em escrever sobre o discurso do presidente americano John F. Kennedy, feito no dia 26 de junho de 1963 em Berlin, na zona ocidental. Foram idéias que surgiram quando eu, mais uma vez, brincava de doméstica com meu aspirador super fashion.
Não tenho a pretensão de fazer uma análise crítica sobre o discurso ou a política implementada pelo presidente americano. Contudo, na década de 60, quando a luta pela sobrevivência do Homo sapiens tendia a se tornar mais acirrada, este discurso foi um marco histórico.
Em 1963, eu ainda não era metade espermatozóide, pois eles são constantemente renovados. Portanto, assim permaneci por mais alguns anos, no limbo da inexistência. Aliás, é dureza pensar que eu venci a luta pela sobrevivência e fecundei o óvulo de minha mãe. Se sou o "melhor espermatozóide", que meu pai conseguiu produzir, nem quero imaginar, o que resultaria caso meu irmão falecido, vulgarmente chamado entre nós, habitantes do papi testículos, por "o fracassado que nada vê", houvesse vencido a batalha pela fertilização.
Entretanto, podemos considerar que J. F. Kennedy foi verdadeiramente "o cara"... não o Obama, muito menos o Lula ou qualquer outro político.
Leitores, Kennedy comeu M&M e não me refiro aqui ao chocolate com recheio de amendoim! Consequentemente, só por isso ele deveria entrar para a história. Kennedy, em seu discurso mandou um recado claro com poucas palavras, aliás nem precisaria ter dito mais nada. Ele foi extremamente claro no universo nebuloso da guerra fria: comunistas mantenham sua foice e martelo longe destas bandas, pois aqui quem manda sou eu! Ele foi o cara na sua época...veni, vidi, vici.
Heute, keine Musik, kein Game...
Há algum tempo, eu penso em escrever sobre o discurso do presidente americano John F. Kennedy, feito no dia 26 de junho de 1963 em Berlin, na zona ocidental. Foram idéias que surgiram quando eu, mais uma vez, brincava de doméstica com meu aspirador super fashion.
Não tenho a pretensão de fazer uma análise crítica sobre o discurso ou a política implementada pelo presidente americano. Contudo, na década de 60, quando a luta pela sobrevivência do Homo sapiens tendia a se tornar mais acirrada, este discurso foi um marco histórico.
Em 1963, eu ainda não era metade espermatozóide, pois eles são constantemente renovados. Portanto, assim permaneci por mais alguns anos, no limbo da inexistência. Aliás, é dureza pensar que eu venci a luta pela sobrevivência e fecundei o óvulo de minha mãe. Se sou o "melhor espermatozóide", que meu pai conseguiu produzir, nem quero imaginar, o que resultaria caso meu irmão falecido, vulgarmente chamado entre nós, habitantes do papi testículos, por "o fracassado que nada vê", houvesse vencido a batalha pela fertilização.
Entretanto, podemos considerar que J. F. Kennedy foi verdadeiramente "o cara"... não o Obama, muito menos o Lula ou qualquer outro político.
Leitores, Kennedy comeu M&M e não me refiro aqui ao chocolate com recheio de amendoim! Consequentemente, só por isso ele deveria entrar para a história. Kennedy, em seu discurso mandou um recado claro com poucas palavras, aliás nem precisaria ter dito mais nada. Ele foi extremamente claro no universo nebuloso da guerra fria: comunistas mantenham sua foice e martelo longe destas bandas, pois aqui quem manda sou eu! Ele foi o cara na sua época...veni, vidi, vici.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Perdido na jogatina
Boa noite Leitor,
Cada vez que venho aqui, acho algo que não me agrada ou um erro gramatical...rs... dureza! Por enquanto, optei por deixar rolar e arrumar apenas o que é gravíssimo. Contudo, há uma grande probabilidade de fazer uma revisão profunda.
Por algum motivo fora do meu controle, tenho escrito ou melhor sinalizado sobre músicas. Não é intencional, acontece. Há duas postagens guardadas na forma de rascunho. Mas, meu cucuruco é uma mixórdia no momento e acabo retornando a música.
Desta vez, é uma música de um game. As produtoras dos games entenderam a importância da música na jogatina. O vídeo de Assassin's Creed Revelation é um excelente exemplo.
Recomendo conferir também o vídeo do Wookid.
Mas, o destaque da noite é o Gran Turismo 5. Acredito que mesmo aqueles que não gostam de games, ao deslumbrar o final do Gran Turismo 5, irão ficar felizes ao viajar pela pista de Nürburgring na Alemanha.
Eu nem gosto de carros ou de dirigir. Entretanto, esta pista é uma diiiilíciaaaa...curvas fechadas, retas de alta. Tudo isso em uma pista estreita. Acelerar excessivamente nas subidas significa perder o carro nas curvas acentuadas.
Cada vez que venho aqui, acho algo que não me agrada ou um erro gramatical...rs... dureza! Por enquanto, optei por deixar rolar e arrumar apenas o que é gravíssimo. Contudo, há uma grande probabilidade de fazer uma revisão profunda.
Por algum motivo fora do meu controle, tenho escrito ou melhor sinalizado sobre músicas. Não é intencional, acontece. Há duas postagens guardadas na forma de rascunho. Mas, meu cucuruco é uma mixórdia no momento e acabo retornando a música.
Desta vez, é uma música de um game. As produtoras dos games entenderam a importância da música na jogatina. O vídeo de Assassin's Creed Revelation é um excelente exemplo.
Recomendo conferir também o vídeo do Wookid.
O mais gostoso é que o vídeo foi feito com uma câmera muito bem posicionada, na velocidade correta para você apreciar, com tranquilidade, todos os detalhes da pista. É quase uma dança lasciva, uma obra poética.
Se você tem um amigo que possua o jogo, experimente dirigir na chuva nesta pista. Se prepara Juca Bala! Ich fahre auch bis zum Ende...
E caso você se interesse pela música... estamos falando do The Smashing Pumpkins - 1979.
Se você tem um amigo que possua o jogo, experimente dirigir na chuva nesta pista. Se prepara Juca Bala! Ich fahre auch bis zum Ende...
E caso você se interesse pela música... estamos falando do The Smashing Pumpkins - 1979.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Surpresas do final de semana
Boa tarde Leitor,
Próximo a completar meu centenário (falta um pouco menos de quatro meses), várias questões borbulham no meu cucuruco. Aviso antecipadamente que sempre tenho cabeça cheia de caramilholas. Uma das que me incomoda nos finais de semana, é a necessidade de cortas as unhas. Há algo mais enfadonho que cortar unhas? Gasta-se um tempo enorme em uma tarefa de pouco resultado, exceto ter-se as unhas cortadas. Um mal necessário, fundamental para a higiene e não pretendo desedificar a boa conduta! Por outro lado, encaixar os pés em um sapato com as unhas cortadas traz uma profunda sensação prazerosa. É como ter os pés flutuando no espaço infinito.
Imaginei que este final de semana, seria constituído por dias de discussões mentais inúteis à beira da piscina do clube, um cinema e programas de má qualidade na TV. Afinal, TV final de semana, especialmente, no domingo é quase certamente uma via-crúcis.
Às 22 hs do sábado, vis-à-vis à TV, tive a felicidade de assistir Spartacus no Globosat HD. Que alívio! Além de contar com a presença da deliciosa Xena, a série é bem feita, rendondinha e visceral, mesmo tendo sido penada pelo óbito prematuro do protagonista da primeira temporada. Mas, o melhor do final de semana me aguardava.
Domingo, final do dia, ao bisbilhotar os canais de minha assinatura, encontro o programa Experimente. Eu o havia visto antes, mas não tinha dado a devida e merecida atenção. Neste domingo, o programa contou com a apresentação de duas vocalistas intrigantes, Silvia Machete e Thalma de Freitas. A Thalma, eu já havia ouvido, inclusive tenho o CD.
Próximo a completar meu centenário (falta um pouco menos de quatro meses), várias questões borbulham no meu cucuruco. Aviso antecipadamente que sempre tenho cabeça cheia de caramilholas. Uma das que me incomoda nos finais de semana, é a necessidade de cortas as unhas. Há algo mais enfadonho que cortar unhas? Gasta-se um tempo enorme em uma tarefa de pouco resultado, exceto ter-se as unhas cortadas. Um mal necessário, fundamental para a higiene e não pretendo desedificar a boa conduta! Por outro lado, encaixar os pés em um sapato com as unhas cortadas traz uma profunda sensação prazerosa. É como ter os pés flutuando no espaço infinito.
Imaginei que este final de semana, seria constituído por dias de discussões mentais inúteis à beira da piscina do clube, um cinema e programas de má qualidade na TV. Afinal, TV final de semana, especialmente, no domingo é quase certamente uma via-crúcis.
Às 22 hs do sábado, vis-à-vis à TV, tive a felicidade de assistir Spartacus no Globosat HD. Que alívio! Além de contar com a presença da deliciosa Xena, a série é bem feita, rendondinha e visceral, mesmo tendo sido penada pelo óbito prematuro do protagonista da primeira temporada. Mas, o melhor do final de semana me aguardava.
Domingo, final do dia, ao bisbilhotar os canais de minha assinatura, encontro o programa Experimente. Eu o havia visto antes, mas não tinha dado a devida e merecida atenção. Neste domingo, o programa contou com a apresentação de duas vocalistas intrigantes, Silvia Machete e Thalma de Freitas. A Thalma, eu já havia ouvido, inclusive tenho o CD.
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